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Distance

2.75 mi

Elevation gain

292 ft

Technical difficulty

Moderate

Elevation loss

292 ft

Max elevation

280 ft

Trailrank

35 5

Min elevation

13 ft

Trail type

Loop

Coordinates

91

Uploaded

November 2, 2020
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280 ft
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2.75 mi

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near Bairro Alto, Lisboa (Portugal)

Fazer caminho é sempre associado a algo que nos leva mais longe, por grandes estradas de pé posto e áreas verdejantes. A nossa proposta é desafiar a mobilidade, a fazer-nos ao caminho urbano e com os sentidos apurados. Dar ao corpo e à mente novas relações / reações. Conhecer neste pequeno território, o evidente do pormenor, o verdejante dos jardins suspensos nas janelas, terraços e fachadas, a alma da história e estórias de cada arte e ofício. Lojas que contam a historia dos proprietários, dos fregueses dos bairro.
Mobilidade é também cultura, é arte, é social e tudo isto aumenta a saúde.

Making your way is always associated with something that takes you further, through long standing roads and green areas. Our proposal is to challenge mobility, to take us to the urban path and with the senses refined. Give the body and mind new relationships / reactions. To know in this small territory, the evident detail, the greenery of the gardens suspended from the windows, terraces and facades, the soul of the history and stories of each art and craft. Shops that tell the story of the owners, the customers of the neighborhood. Mobility is also culture, it is art, it is social and all of this increases health.

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Panorama

Jardim de São Pedro de Alcântara

O Jardim de São Pedro de Alcântara é um jardim situado em Lisboa, na freguesia da Misericórdia. Foi construído em 1864, em dois socalcos. O projecto original remonta ao século XVIII, onde El-Rei D. João V manda construir uma muralha com 20 metros de altura nos terrenos de São Pedro de Alcântara com vista a criar uma Mãe de Água – um depósito monumental que prolongaria o Aqueduto das Águas Livres até à Graça. No entanto, o Terramoto de 1755 impõe outras prioridades e os terrenos passaram a servir de vazadouro de animais mortos que eram atirados da muralha abaixo. Só em 1830, há a primeira tentativa de usar o baldio por parte da Guarda Real da Polícia que, tendo o quartel muito próximo, fez do espaço a sua “horta”. Só cinco anos mais tarde é que a Câmara Municipal de Lisboa, na sequência da vitória do Liberalismo e da recuperação dos poderes executivos, converte o espaço num jardim público. Tem uma área de 0,6 ha Situa-se na Rua de São Pedro de Alcântara, perto do Bairro Alto. O jardim tem um pequeno lago e um miradouro, que oferece uma imponente vista sobre o leste de Lisboa avistando-se parte da zona Baixa de Lisboa e da margem sul do rio Tejo. Existe um mapa em azulejos junto à balaustrada, que ajuda a identificar alguns locais de Lisboa. O panorama estende-se desde as muralhas do Castelo de São Jorge rodeado pelas árvores e da Sé de Lisboa (séc. XII), nas colinas a sudoeste, até à Igreja da Penha de França do século XVIII, a noroeste. Também é visível o grande complexo da Igreja da Graça, enquanto que São Vicente de Fora é reconhecível pelas torres simétricas em volta da fachada branca. Os bancos e as sombras das árvores fazem do miradouro um lugar muito agradável. Para chegar até ao miradouro pode optar por subir a Calçada da Glória ou então subir pelo Elevador da Glória que o deixa bem perto do miradouro. No jardim, o monumento de autoria de Costa Motta (tio), erguido em 1904, representa Eduardo Coelho fundador do jornal Diário de Notícias, por baixo dele um ardina apregoa o famoso jornal.
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Praça Luís de Camões

A Praça de Luís de Camões, coloquialmente Largo de Camões, localiza-se no Chiado, na freguesia da Misericórdia (até 2013 na freguesia da Encarnação), em Lisboa. A sua toponímia deve-se por ter sido vontade de ser aí instalada uma estátua ao poeta d'Os Lusíadas, inaugurada em 9 de outubro de 1867, impulsionada pela vontade de enaltecer o patriotismo pela Comissão Central 1.º de Dezembro de 1640. Nela localiza-se o consulado-geral do Brasil na capital portuguesa e o Ministério da Economia.
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Largo do Corpo Santo

A vista panorâmica desenhada por George Braun (1541-1622) dá-nos uma ideia, em miniatura, da configuração urbana e arquitectónica da Lisboa quinhentista. Vislumbramos aí o plausível aspecto do Largo do Corpo Santo: a muralha fernandina, que corre nas suas costas, onde se abria a Porta do Corpo Santo; ainda no flanco nascente dessa muralha a Porta ou Arco dos Cobertos, que dava para a Rua dos Cobertos (algures entre as actuais Travessa do Cotovelo e Rua do Arsenal); mais abaixo, em direcção ao rio, depois de passar o postigo da Corte Real, de passagem para a rua homónima, o Palácio do Corte-Real com as suas torres e portão; no pequeno enfiamento de casas, a norte da praça, vemos a fachada da ermida do Corpo Santo (ou de Nossa Senhora da Graça), virada para o rio; finalmente, a poente, outra fila de casas. Até então, o pequeno largo foi na sua maior parte um logradouro de pescadores e com um estaleiro de embarcações. O nome do sítio deve-se à presença da antiga ermida de Nossa Senhora da Graça, certamente construída no século XV, reedificada em 1594, que guardava uma imagem de S. Pedro Gonçalves, ou “Corpo Santo”, tida por milagrosa e venerada pelos pescadores, que iam ali pagar promessas. Para além dum hospital, a ermida tinha uma irmandade de pescadores, com capelão, que celebrava a sua festa no dia de Nossa Senhora dos Prazeres: o santo era levado debaixo dum palio em procissão pelas hortas e casas Largo do Corpo Santo: memórias Pescadores, dominicanos, cervejeiros e gentes de particulares, com grande folia, até à igreja de São Domingos no Rossio. Outro edifício, de maior vulto, que existiu no Largo do Corpo Santo, foi o Palácio dos Côrte-Real, edificado em 1585, no lugar onde no início do século XVI existiram umas ferrarias; o grandioso palácio de D. Cristóvão de Moura (que foi vice-rei de Portugal em alguns períodos do domínio filipino), casado com D. Margarida de Côrte Real (daí também se chamar ao largo “da Côrte Real”), foi também conhecido por palácio do Marquês de Castelo Rodrigo e terá sido construído num aterro sobre a praia. Na planta da cidade, assinada por João Nunes Tinoco, de 1650, o edifício é designado por “Passos do Sr. Infante”, dado então servir de residência ao futuro rei D. Pedro II, estando o palácio confiscado à família Castelo Rodrigo, desde 1642 até ser reavido em 1668, para ser vendido à família real em 1751, ano em que sofreu um incêndio. O palácio ruiu com o terramoto, mas em finais do século XVIII o nome do largo ainda se confundia entre “do Corpo Santo” ou “da Côrte-Real”. A igreja e convento dos dominicanos, de 1659, de que nos ocupamos com mais pormenor nesta revista, também desapareceu com o terramoto de 1755. A igreja foi reconstruída em 1770 sob o novo enquadramento da urbanização pombalina. O largo apresentou-se então, nas suas três frentes edificadas, com prédios regularizados na altura em quatro pisos e águas furtadas. Se nos inícios de Setecentos ainda eram reconhecidos os direitos dos pescadores ao usufruto do chão ribeirinho do largo, para aí enxugarem as suas redes e recolherem os barcos, o local ganhou outra vivência: antes do grande sismo e da reconstrução pombalina podemos caracterizar, grosso modo, o sítio como repartido entre as três ordens sociais: o clero, a nobreza e o povo; depois, a par da permanência do clero, e da frequência popular, emergiu ali uma burguesia de pequenos ou médios negociantes. Uma caravela de pedra em alto-relevo subsiste num dos prédios do largo, como marca dum tempo passado. Para além da intimidade com os mareantes, o largo foi palco das mais variadas actividades comerciais. Desde pelo menos o século XVII, e na centúria seguinte, o Corpo Santo era um dos lugares da cidade que a Câmara reservava, sob licença obrigatória, à venda de manteiga, então de escasso fabrico nacional, importada na sua maior parte, e reservada socialmente às bolsas mais abastadas. O sítio, a exemplo dos vizinhos Cais do Sodré e Remolares, foi sempre muito frequentado, para além dos marítimos, por estrangeiros. O viajante sueco Carl Israel Ruders, numa passagem do livro que dedicou à sua viagem a Portugal, em 1798-1802, notava que no Corpo Santo existia “uma espécie de cervejaria, onde, às noites, se reúne um grande número de alemães, na maior parte empregados de comércio, para conversar, beber ‘porter’ (tipo de cerveja preta, inglesa) e fumar tabaco.” Provavelmente, esta “cervejaria” correspondia ao estabelecimento de um ou outro dos dois negociantes de cerveja e outras bebidas sedeados no largo: Euzébio de Souza, que requereu, em 1790, à Junta do Comércio licença para instalar uma fábrica de cerveja no Corpo Santo, ou o do inglês John Tatham, que também ensaiou o fabrico daquela bebida numa fábrica que abriu na Junqueira, com Luís António de Araújo, em 1793. Ambos tiveram as respectivas moradas e lojas no pequeno largo nos finais de Setecentos e inícios do século XIX. O Corpo Santo esteve, assim, associado aos primórdios da indústria cervejeira no país. Júlio de Castilho, em A Ribeira de Lisboa (1893), recorda-nos alguns dos aspectos do largo, durante o século XIX: “Saindo do convento (dos dominicanos), mas sem largar o Corpo Santo, direi que aí se estabeleceram no princípio deste século (XIX), ou ainda no anterior, câmaras ópticas que o povo ia aí ver. Ainda há cinquenta e cinco anos era no largo do Corpo Santo a venda de carvão. Repetidas queixas dos moradores obrigaram a Câmara a publicar o edital de 10 de Março de 1835 proibindo no boqueirão do Corpo Santo a referida venda (…). Finalmente, um edital de 14 de Dezembro de 1863 destina como praça para venda de leite o mencionado boqueirão do Corpo Santo.” Nos inícios do século XX chegou o eléctrico, com a respectiva paragem no largo. Veio depois o tráfego automóvel e o largo, na sua extensão até perto do rio, cortado já pela Rua do Largo do Corpo Santo (depois Bernardino Costa), com seguimento pela Rua do Arsenal, assistiu à abertura, a sul, da Avenida da Ribeira das Naus com a regularização ribeirinha na década de 1940. Entretanto, o largo pombalino, ao mesmo tempo que manteve algumas lojas de comércio, acompanhou a terciarização com a instalação de escritórios e agências de serviços.
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Jardim Roque Gameiro

O Jardim Roque Gameiro ou do Cais do Sodré é um jardim em Lisboa que também serve de terminal de um grande número de carreiras (está junto à estação de caminhos-de-ferro do Cais do Sodré). Encontra-se aqui a bela escultura do Homem do Leme, de Francisco Santos, entre a vegetação, assim como um antigo quiosque que serve de bilheteira. Possui uma árvore classificada como Interesse Público, uma Tipuana tipu (Benth.) Kuntze, desde 2001. Recentemente todo o espaço recebeu obras de requalificação de forma a diminuir o espaço ocupado por transportes público e veículos no âmbito do programa Uma Praça em Cada Bairro.
Park

Praça D. Luís I

Praça Dom Luís, localizada no Cais do Sodré, possui um pequeno jardim, comum a algumas praças da capital. A praça é uma homenagem a Dom Luís I, conhecido como O Popular, devido à adoração pelo povo. O jardim da Praça Dom Luís conta com frondosas e imponentes árvores, canteiros de flores, palmeiras, e um parque infantil. No centro da praça fica a estátua do Marquês Sá da Bandeira, fidalgo da Casa Real e ministro de Estado, nascido em Santarém em 1795. O jardim está encostado ao Mercado da Ribeira zona Timeout e conta também com um quiosque/café e um pequeno espaço infantil.
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Largo do Conde Barão

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Rua da Silva, Rua Verde

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Praça das Flores

3 comments

  • Photo of Jaime Veiga de Oliveira

    Jaime Veiga de Oliveira Nov 2, 2020

    Ótimo percurso para descobrir os jardins e praças de Lisboa

  • Photo of Jaime Veiga de Oliveira

    Jaime Veiga de Oliveira Nov 2, 2020

    I have followed this trail  View more

    Ótimo percurso para descobrir os jardins e praças de Lisboa

  • Photo of Eunice Gonçalves

    Eunice Gonçalves Nov 2, 2020

    I have followed this trail  View more

    Eu forma divertida de conhecer a cidade

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