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Coordinates 2378

Uploaded December 7, 2019

Recorded December 2019

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near Geres, Braga (Portugal)

- Trilho circular, sem marcações, com início e fim no Parque de Campismo do Vidoeiro;
- Este trilho desenvolve-se essencialmente por caminhos de pé posto no maciço central do Parque Nacional da Peneda Gerês:
- Este trilho resulta da junção de partes de 4 trilhos: PR3 - Trilho dos Currais, Trilho do Vale da Teixeira, Trilho da Costa da Cantina (abandonado) e PR10 - Trilho da Preguiça. Porém, pelo facto de o mesmo atravessar uma zona de proteção parcial II, caminhar nesta zona requer um pedido prévio de autorização, caso contrário está-se limitado a grupos de 10 pessoas, no máximo;
- Neste trilho percorre-se um conjunto de pontos de referência ao longo do Vale da Teixeira e do Vale da Falha do Rio Gerês. Partindo do Parque de Campismo do Vidoeiro, percorre-se uma longa subida, que passa pela cascata do Vidoeiro e pelo Curral e abrigo da Lomba do Vidoeiro, até chegar aos 1050 metros de altitude, ponto este que oferece excelentes panorâmicas sobre o Vale do Teixeira. Daqui desce-se ligeiramente até ao Prado e Cabana da Teixeira. O percurso agora faz-se ao longo do vale, passando-se ainda pelo Curral do Camalhão (ou Cambalhão) e pelo Curral do Junco (ou Freza), ascendendo até à portela de Chã da Freza, a 1197 metros de altitude. A partir deste ponto, inicia-se uma longa descida, passando pelo Prado do Mourô (ou Vidoal), Curral da Raiz, assim como um bosque de azevinhos e cedros. Após chegar à ER 205 - 5, cruza-se esta para se entrar no Vale da Falha do Rio Gerês, começando na Cascata de Leonte. Depois vai-se progredindo ao longo do vale, em sentido descendente, cruzando o rio Gerês, ribeiro da Cantina, Curral e cascata da Laja e Casa Florestal da Preguiça. A parte final deste percurso foi realizada pela estrada, até ao ponto de partida, pelo facto de a luz do dia já ser diminuta e também pelo facto do acesso ao estradão junto ao rio se encontrar coberto por vegetação, o que iria atrasar a progressão no terreno;
- Todo este percurso é belíssimo, com o Gerês selvagem no seu esplendor, quer pela beleza agreste das encostas rochosas, quer pela pacatez deslumbrante do Vale do Teixeira, assim como pela exuberância da floresta do Vale da Falha do Rio Gerês;
- Trilho exigente com características difíceis do ponto de vista físico, quer pelos declives que se têm que transpor, quer pela exigência técnica dos vários caminhos de pé posto que percorre. Existe ainda a necessidade de se efetuarem várias travessias nos ribeiros que cruzam o Vale do Teixeira. Estas travessias serão mais ou menos complicadas, consoante os caudais de água que se encontre. As mariolas são uma excelente referência, pois muitos destes "caminhos" não são sempre evidentes nem consecutivos. No entanto, como este percurso é uma mistura de partes de vários trilhos, é necessário e fundamental o uso de GPS.

AVISO: este trilho deve ser realizado com tempo seco, pois as características do terreno tornam-no perigoso se este estiver molhado. Outro fator a ter em conta são as neblinas intensas que dificultarão a progressão no terreno. Estes fatores são determinantes para a conclusão com êxito deste lindíssimo trilho.

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PARQUE NACIONAL DA PENEDA GERÊS
O Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG) abrange território de 22 freguesias distribuídas pelos concelhos de Arcos de Valdevez, Melgaço, Montalegre, Ponte da Barca e Terras de Bouro. Esta Área Protegida forma um conjunto com o parque natural espanhol da Baixa Limia - serra do Xurés, constituindo com este, desde 1997, o Parque Transfronteiriço Gerês-Xurés e a Reserva da Biosfera com o mesmo nome. O PNPG fica no norte de Portugal, perto da fronteira espanhola. As suas colinas acidentadas albergam veados, lobos e águias-reais. Os trilhos incluem uma estrada romana repleta de marcos. A estância termal do Gerês, do século VII, fica nas proximidades. Lindoso é uma freguesia tradicional com um castelo medieval e espigueiros em pedra. A norte, o Santuário de Nossa Senhora da Peneda, do século XIX, fica no topo de uma enorme escadaria. O PNPG é constituído por quatro serras principais: Serra da Peneda, Serra do Soajo, Serra Amarela e Serra do Gerês. Os pontos de maior altitude localizam-se na Serra do Gerês e são: o Pico da Nevosa (1545 m) e o Altar dos Cabrões (1538 m) localizados junto à separação entre o território português e o espanhol. Nesta mesma zona localizam-se as abandonadas Minas de Carris (1440 m), onde no auge da década de 50 se exploraram Importantes filões de volfrâmio. A Mata de Albergaria, junto à fronteira da Portela do Homem, representa o coração da Serra do Gerês e um ex-libris natural da região e do país. As origens da constituição do Parque Nacional Peneda Gerês remontam ao ano de 1971 quando o Decreto-Lei 187/71, de 8 de maio, determinou a constituição oficial do único parque com estatuto de parque nacional em Portugal: o Parque Nacional Peneda Gerês (PNPG). A constituição do Parque Nacional da Peneda Gerês teve como objetivo a criação de um sistema de planeamento capaz de valorizar as atividades humanas, salvaguardando a conservação dos solos, águas, a flora e a fauna, assim como a preservação da paisagem nessa vasta região montanhosa do Noroeste português bem como o planeamento científico a longo prazo.


PR3 TBR - TRILHO DOS CURRAIS
O trilho dos Currais proporciona um contacto direto com o espírito e tradições comunitárias locais, nomeadamente a organização silvopastoril, denominada de vezeira. Poderá assim conhecer, numa parte importante da serra do Gerês, diversas estruturas que são necessárias para este tipo de organização comunitária como são os Currais (o Curral da Espinheira, o Curral da Carvalha da Égua e o Curral da Lomba do Vidoeiro) e as respetivas cabanas, onde pernoitam os(as) pastores(as), aguardando a sua vez - daí o nome de vezeira - de tomar a responsabilidade do pastoreio do gado.
Localização: Freguesia de Vilar da Veiga, Concelho de Terras de Bouro
Acesso: Vidoeiro – Curral da Lomba do Vidoeiro – Curral da Carvalha das Éguas – Curral da Espinheira – Pedra Bela – Vidoeiro
Ponto de partida e chegada: Vidoeiro
Extensão: 10 km
Duração: cerca de 4h
Dificuldade: média a elevada


PR10 TBR - TRILHO DA PREGUIÇA
Desenvolve-se ao longo da Encosta do Arnado, sobre a vertente esquerda do Vale de Falha do Rio Gerês, em plena Serra do Gerês. Ao percorrê-lo, podem-se observar e compreender os carvalhais (Quercus spp.) - formações vegetais de grande diversidade de espécies, muito próximas das que existiriam, originalmente, no norte de Portugal. Este é um percurso com grande interesse em termos de educação ambiental. Apresenta formações vegetais com uma diversidade de espécies e uma estrutura próximas da vegetação primitiva - o carvalhal - que cobriria toda a região. Apresenta, ainda, formações vegetais que evidenciam o impacte das atividades humanas, nomeadamente a agricultura, a pastorícia, a silvicultura, o fogo e a introdução de espécies exóticas e invasoras sobre a cobertura vegetal original.
Localização: Freguesia de Vilar da Veiga, Concelho de Terras de Bouro
Acesso: Casa da Preguiça – Miradouro – Ribeira da Laja – Miradouro – EN 308 – Ribeira da Cantina – Curral da Mijaceira – Rio Gerês – Cascata de Leonte – Rio Gerês – Curral da Mijaceira – Ribeira da Cantina – Ribeira da Laja – Casa da Preguiça
Ponto de partida e chegada: Casa da Preguiça
Extensão: 5,5 km. O trilho foi subdividido em 3 versões - percurso longo, médio e curto - podendo-se adequar a diferentes tipos de visitantes. O curto recomenda-se a partir do 1.º CEB, enquanto o longo, apenas a partir do 3.º CEB se as e os participantes possuírem boa constituição física e estiverem habituados a caminhar
Duração: 3h (percurso completo).
Dificuldade: média (o percurso longo); fácil (o médio e o curto)


TRILHO DO VALE DA TEIXEIRA
O Percurso do Vale da Teixeira desenvolve-se em plena Serra do Gerês, ao longo de um percurso com cerca de 10 quilómetros. Tem início num caminho florestal próximo da Pedra Bela, ligando a um velho trilho que nos orienta, entre os meandros da serra, até chegarmos ao soberbo vale da Teixeira para, depois de o percorrer, atingirmos a Portela da Presa e, por fim, Leonte, onde termina o percurso. Apresenta condições para ser feito exclusivamente a pé. Recomendam-se cerca de 6 horas para percorrer todo o caminho e tomar contacto com os pontos de interesse que são sugeridos (estão identificados e descritos cerca de 30 pontos de interesse, relacionados com os valores naturais, culturais, geológicos e paisagísticos do local). É um percurso com um grau de dificuldade médio a elevado, sendo recomendado para pessoas com alguma preparação física e experiência.
Ponto de Início: Cruzamento da Pedra Bela, freguesia de Vilar da Veiga (Terras de Bouro)
Ponto Final: Portela de Leonte, freguesia de Campo do Gerês (Terras de Bouro)
Distãncia: 10 km
Duração: 6h
Dificuldade: média a elevada


TRILHO DA COSTA DA CANTINA
(trilho antigo, sem manutenção nem informações disponíveis para consulta)
River

Linha de água (ribeiro)

Waterfall

Cascata do Vidoeiro

panorama

Panorâmica de Pé de Cabril

Shelter

Curral e Abrigo da Lomba do Vidoal

Waypoint

Lage

panorama

Panorâmica do Vale da Teixeira

River

Travessia do rio do Camalhão

Shelter

Prado e Abrigo da Teixeira

panorama

Panorâmica do Borrageiro

River

Travessia de ribeiro

Shelter

Curral e Abrigo do Camalhão

River

Travessia de ribeiro

Tree

Curral do Junco

Mountain pass

Portela de Chã da Fresa

Shelter

Prado e Abrigo do Mourô (Vidoal)

Waypoint

Costa da Cantina

NOTA: este parte do trilho está a ficar coberto por vegetação. No entanto o trilho ainda está visível e a progressão faz-se sem grandes obstáculos.
Shelter

Curral e Abrigo da Raiz

Tree

Bosque de Azevinho

Azevinho, azevinheiro ou pica-folha (Ilex aquifolium): Trata-se de uma espécie protegida por lei, que surge nos carvalhais. Tem crescimento muito lento. É dióica, i.e., uns exemplares são femininos e outros masculinos, pelo que apenas as fêmeas dão os característicos frutos vermelhos, tóxicos para as pessoas, mas não para vários animais, como o corço (símbolo deste Parque Nacional), aos quais serve de alimento e local de abrigo. No PNPG atinge o porte de árvore, formando florestas, caso único em Portugal. Tem muitos nomes comuns, um deles é o de pica-folha. No nosso País, esta espécie encontra-se em declínio, devido à redução do seu habitat, provocada pela destruição das florestas, incêndios e corte ilegal.
Tree

Floresta de Cedros

fountain

Fonte da Cantina

Bridge

Ribeiro do Mourô

Waterfall

Cascata de Leonte

Bridge

Ponte sobre o Rio Gerês

Shelter

Cardenha (Abrigo)

River

Ribeiro da Cantina

Waypoint

Curral da Laja

Waterfall

Cascata da Laja (ponte)

Waterfall

Cascata do ribeiro da Figueira

fountain

Fonte da Quelha Verde

fountain

Fonte do Javali

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