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Coordinates 1793

Uploaded April 29, 2017

Recorded April 2017

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near Palmela, Setúbal (Portugal)

Assente na cadeia montanhosa da Arrábida e área marítima adjacente, o Parque Natural da Arrábida (PNArr), ocupa uma superfície de aproximadamente 17 mil ha, dos quais mais de 5 mil são de superfície marinha, abrangendo território pertencente aos concelhos de Palmela, Sesimbra e Setúbal.

TransPNArr - Trilha pensada para fazer uma travessia total sobre o Parque Natural da Arrábida por etapas , visa contemplar a sua paisagem , flora e fauna , e património histórico-cultural


1- Moinhos Vivos

Estamos em Palmela, na Serra do Louro, no Parque Natural da Arrábida. O Centro, fundado em 1996, é da responsabilidade da firma Biosani e desenvolve, de um modo integrado, a produção de pão, associada a dois moinhos de vento em laboração e à animação cultural e turística.
O Centro Moinhos Vivos, onde é produzido o saudável e nutritivo pão “Moinhos Vivos”, está situado na Serra do Louro, Palmela, em pleno Parque Natural da Arrábida.
Aqui, é possível aos seus visitantes, desde 1996, desfrutar de um espaço em sintonia com o ambiente, onde a flora mediterrânica ainda impera e a Natureza se mostra em todo o seu esplendor.
O Centro Moinhos Vivos é composto por dois moinhos de vento, uma padaria tradicional, um amplo pátio de merendas com uma magnífica vista sobre o Parque Natural da Arrábida e um olival onde estão parqueados, em pastagem livre, os nossos burros para burricadas pela Serra do Louro.
Nos nossos moinhos de vento é moído o trigo, rigorosamente seleccionado, cuja farinha é depois amassada para produzir o pão “Moinhos Vivos” que nos orgulhamos de todos os dias, pela manhã, fazer chegar aos nossos clientes.

2- Castro Pre e Proto Histórico Chibanes

A mais antiga ocupação humana do Castro de Chibanes iniciou-se há cerca de 4800 anos, durante a Idade do Cobre. As boas condições naturais de defesa foram reforçadas pela construção de uma verdadeira fortificação com espessas e altas muralhas.
A vida deste povoado desenvolveu-se até ao final do Horizonte Campaniforme (há cerca de 3700 anos) e assentou sobre uma economia agro-pecuária florescente, muito embora a prática da caça e da recolecção de moluscos marino-estuarinos esteja igualmente documentada.
A metalurgia do cobre fez parte das actividades artesanais.
A população de Chibanes terá enterrado os seus mortos na vizinha necrópole da Quinta do Anjo.
Abandonado no final do Horizonte Campaniforme, o sítio de Chibanes viria de novo a ser utilizado como local de residência, graças às suas boas condições geoestratégicas, em períodos de grande instabilidade socioeconómica, como foram a II Idade do Ferro (sécs.II-I a.C.).
A estas ocupações humanas correspondem, respectivamente, a construção de uma fortificação associada à urbanização do espaço intra-muros sob influência itálica. Registaram-se, ainda, vestígios de ocupação da Época romana imperial, embora escassos.
Chibanes comporta-se, pois, como um notável lugar da História. Neste sítio foram erguidos os dois castros que antecedem o castelo do período islâmico e medieval cristão do morro de Palmela.

3- Povoado “Alto da Queimada”

Este sítio arqueológico está situado no ponto mais alto da Serra do Louro (PNA), com altitude de 224 metros assinalado com um marco geodésico.
Trabalhos arqueológicos mostram que este local teve, pelo menos, ocupação desde o Período Romano até ao século XI da nossa era.
A estratigrafia obtida revela estacionamentos de época tardo-romana/visigótica, do emirato e do califal. Na vertente noroeste foram igualmente indiciados sinais de ocupação, patentes nalgumas cerâmicas e nos restos de um forno de pão, em argila, mas de uma fase mais tardia, correspondente ao final do século X e inícios do século XI.

4- Capela São Luis da Serra

Há uma Capela em Setúbal, numa daquelas... montanhas à volta de Setúbal, que é a Capela de S. Luís. E aquela Capela foi erigida ali, em tempos, por... por populares que tinha… existia na altura a peste dos suínos e então um belo domingo a seguir á Páscoa (o domingo a seguir à Páscoa), juntaram-se todas as pessoas que tinham suínos com a peste e outras pessoas, e resolveram ir fizer uma prece pedindo a Deus que curasse os animais.
Nesse dia fizeram uma romaria, e quando voltaram á noite para casa verificaram que, no outro dia, possivelmente a seguir, chegaram aos currais dos suínos e os animais estavam todos curados. Portanto a partir daí juntaram-se novamente muitas pessoas, erigiram urna capelinha pequenina na Serra de S. Luis, como é chamada, à volta de Setúbal, que existe... que vai de S. Luis a Palmela, de Palmela... do S. Luis á Arrábida, esse monte é a continuação da Serra da Arrábida e todos anos, ainda hoje se vai fazer a festa em louvor de S. Luís, na capelinha de S. Luis, na Serra de S. Luis. Será no próximo domingo, que é o domingo a seguir à Páscoa...

5- Calçada Romana do Viso (Grelhal )

Estrada com vista para Roma
O provérbio “todos os caminhos vão dar a Roma” encontra um sentido lógico em Setúbal, num empedrado de um quilómetro e meio. A Estrada Romana do Viso ainda se mantém em quase perfeito estado de conservação mais de dois mil anos depois de ter sido construída.
Do Casal das Figueiras ao Grelhal, com a serra de S. Luís na linha do horizonte, o caminho, hoje palmilhado em passeios pedestres, resistiu à voragem do tempo e à passagem de muitos carros com pesadas mercadorias, velozes quadrigas e legiões de militares.
A resistência da estrada, com uma largura de quatro metros e meio, resulta da forma como foi instalada. Os blocos de brecha da Arrábida e calcário, extraídos da zona, formam o piso, assente numa caixa com cerca de 80 centímetros de profundidade, enchida de pedras e terra. O resultado é uma notável obra da engenharia.
A cada sete metros, os romanos puseram blocos toscos de pedra, para marcação das distâncias, alguns deles ainda preservados, à semelhança de regueiros escavados no pavimento, junto de passagens de linha de água, com o fim de proteger a via.
A Estrada Romana do Viso, partindo de Cetóbriga (Setúbal), fazia parte da complexa rede viária da Lusitânia, com várias ligações para Sul, como Salácia (Alcácer do Sal) e Ébora (Évora), até Emerita (Mérida, Espanha), a capital daquela província. Para Norte, a estrada, passando por caminhos que actualmente estão, nalguns troços, cobertos pela Estrada Nacional 10, terminava em Equabona (Coina), de onde, por via fluvial, se atingia Olisipo (Lisboa).
O empedrado assumia, assim, uma importância estratégica para o Império Romano, que criou redes viárias para exercer o domínio político, militar, administrativo e económico. Hoje, a calçada é motivo de interesse histórico em caminhadas agradáveis que convidam à aventura e ao sonho.
Information

Moinhos vivos

Archaeological site

Castro Pre e Proto Histórico Chibanes

Castro de Chibanes A mais antiga ocupação humana do Castro de Chibanes iniciou-se há cerca de 4800 anos, durante a Idade do Cobre. As boas condições naturais de defesa foram reforçadas pela construção de uma verdadeira fortificação com espessas e altas muralhas. A vida deste povoado desenvolveu-se até ao final do Horizonte Campaniforme (há cerca de 3700 anos) e assentou sobre uma economia agro-pecuária florescente, muito embora a prática da caça e da recolecção de moluscos marino-estuarinos esteja igualmente documentada. A metalurgia do cobre fez parte das actividades artesanais. A população de Chibanes terá enterrado os seus mortos na vizinha necrópole da Quinta do Anjo. Abandonado no final do Horizonte Campaniforme, o sítio de Chibanes viria de novo a ser utilizado como local de residência, graças às suas boas condições geoestratégicas, em períodos de grande instabilidade socioeconómica, como foram a II Idade do Ferro (sécs.II-I a.C.). A estas ocupações humanas correspondem, respectivamente, a construção de uma fortificação associada à urbanização do espaço intra-muros sob influência itálica. Registaram-se, ainda, vestígios de ocupação da Época romana imperial, embora escassos. Chibanes comporta-se, pois, como um notável lugar da História. Neste sítio foram erguidos os dois castros que antecedem o castelo do período islâmico e medieval cristão do morro de Palmela.
panorama

Vista sobre a serra

Summit

Marco Geodésico e Povoado “Alto da Queimada”

Povoado “Alto da Queimada” Este sítio arqueológico está situado no ponto mais alto da Serra do Louro, com altitude de 224 metros assinalado com um marco geodésico. Trabalhos arqueológicos mostram que este local teve, pelo menos, ocupação desde o Período Romano até ao século XI da nossa era. A estratigrafia obtida revela estacionamentos de época tardo-romana/visigótica, do emirato e do califal. Na vertente noroeste foram igualmente indiciados sinais de ocupação, patentes nalgumas cerâmicas e nos restos de um forno de pão, em argila, mas de uma fase mais tardia, correspondente ao final do século X e inícios do século XI.
Ruins

Moinhos (Serra do Louro )

Moinhos
Ruins

Moinhos (Serra do Louro )

Moinhos
panorama

Vista Sobre a Serra

Information

Portão

Encontra-se aberto fica mesmo no local de passagem aconselhavel pedir se podem passar , pois e uma casa de habitação com possivel alojamento local segundo placa no muro de entrada , pessoas amistosas e cordiais
Information

Portão e Pequena Ribeira

Waterfall

Cascata de Alcube (Alto das Necessidades)

Information

Estrada da Capela

Um pouco mais a frente encontra-se uma entrada com uma corrente o trilho e por ai, esse trilho tem duas particularidades, a primeira e que deve- se encontrar numa propriedade privada eu passei sem falar com ninguém pois não se encontrava os proprietários por perto , no caso de serem abordados peça permissão para passar , a segunda e que se encontra em correcção de densidade de Javalis , eu não vi nenhum nem indícios deles mas convém ter precaução
Information

Correcção de Densidade de Javalis

Waypoint

Tanque S. Luis ( Combate a Incêndios Florstais )

Sacred architecture

Capela São Luís da Serra

Ruins

Calçada Romana do Viso (Grelhal )

Via Romana do Viso

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