Moving time  2 hours 57 minutes

Time  3 hours 30 minutes

Coordinates 1675

Uploaded June 25, 2018

Recorded June 2018

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near Moita do Poço, Leiria (Portugal)

Uma tarde fresca. Para aliviar o stress da espera do jogo de Portugal desafiamos um velho companheiro de trilhos e lá vamos. O Início estava definido: a Moita do Poço. Deixámos o carro junto a um pequeno parque de merendas e lá fomos para leste com esperança de encontrar qualquer trilho (que não estradão os caminho) que nos levasse serra acima. Surgiu a ideia da Gruta das Alcobertas e, sabendo mais ou menos onde se situava, começámos a subir nessa direção mas os trilhos por que fomos optando levaram-nos mais para sul. Valendo-nos do Earth e da ótima resolução que apresenta, procurámos carreiros. Só não estávamos a contar ter que seguir pelos das cabras. Bodes Velhos (salvo seja) que já somos não devíamos meter-nos em "cabredos" mas que se há-de fazer?... à gente que não ganha emenda.
Amigos, este caminho não é fácil. Todo o trilho existe. Às vezes cruza-se com um PR existente. Mas só isso. Tende pois cuidado, o trilho não é fácil mas as paisagens são maravilhosas. Primeiro o extenso plano até ao mar do lado oeste da serra. A Benedita em baixo, as aldeias até Turquel, até Alcobaça, até S. Martinho do Porto, até às Caldas... até à costa, tudo se vê cá de cima. Depois as paisagens do alto e, olhando já para leste e sudeste, é Alcanede, Alcanena, Torres Novas e a vastidão até Santarém. Quando, virados para norte são as paisagens serranas da Serra de Santo António e da Serra D'Aire.
Tudo isto víamos quando parávamos porque a maior parte do tempo fomos a olhar para onde púnhamos os pés. Quem conhece esta serra sabe do que falo. Quem não conhece... não sabe o que perde.
Bem, fomos à gruta mas de há tanto tempo não ardarmos por estes lados não sabíamos o estado de deterioração a que tinham chegado as instalações. Também desconhecíamos que a entrada principal estava fechada. Entrei pelo túnel traseiro mas a quantidade de mosquitos era tal que tive que me vir embora rapidamente para que ficasse algum bocadinho da pele dos braços e cara sem ser picada.
Voltámos ao cimo, onde as gigantes eólicas rodavam no máximo de velocidade. Ainda que o ruído seja incomodativo não me incomoda tanto assim por saber que não liberta fumos esta produção elétrica. Sempre fomos uma terra de moínhos. Dantes eram baixos e rechonchudos; agora são grandes e elegantes. São muitos?... pois são, mas mesmo assim ainda temos que ter centrais a carvão.
O caminho de descida foi mesmo a descer e a apertar as unhas dos dedos dos pés mas voltámos a olhar na direção do mar e o carreteiro era mais largo que os carreirinhos de cabras.
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A Folha do Carrasco (?) na pedra da serra

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No chão são as flores, para baixo a paisagem até onde os olhos alcançam

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A vegetação rasteira contrasta com os gigantes geradores

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Flores desfocadas por causa do vento (o artista não tem culpa)

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este carreiro ainda era muito bom

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Cá por cima

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O Voo da Gralha - foi a festa do Ambiente no ano 2000

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Um gigante

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Caminhos agradáveis

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Aqui as coisas começam a aquecer

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Uma vista de Chãos.

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A serra

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O caminho por onde íamos dificultava a admiração da paisagem

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Pelo trilho

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A flor do 'caril'

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Os penedos

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um bicho fora do comum

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A porta fechada da gruta

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o outro túnel por onde ainda entrei

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De volta ao cume...

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e aos 'gigantes'.

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geodésico alinhado com geradores

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uma ferida

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Um belo lugar para descansar em dias de calor

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Já no pinhal a descer

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uma cobrita com um metro e pouco mas ... já morta. Que pena!

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Um cavalo pastando na várzea

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Chegados onde iniciámos

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