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Distance

10.09 mi

Elevation gain

1,207 ft

Technical difficulty

Easy

Elevation loss

732 ft

Max elevation

552 ft

Trailrank

59

Min elevation

7 ft

Trail type

One Way

Time

6 hours 30 minutes

Coordinates

2025

Uploaded

October 20, 2019

Recorded

October 2019
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552 ft
7 ft
10.09 mi

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near Sítio, Leiria (Portugal)

- Trilho linear, sem marcações, com início na praia do Norte e fim na serra da Pescaria, após ascensão da encosta do Salgado;
- Este trilho desenvolve-se ao longo da orla costeira, passando pelo Forte de S. Miguel Arcanjo, Miradouro do Sítio da Nazaré, elevador e centro histórico, praia da Nazaré, Zona Húmida de São Gião, Quinta e Capela de São Gião, zona agrícola, praia e encosta do Salgado;
- Trilho descontraído, apenas com um forte declive ascendente na parte final (encosta do Salgado). Destaque para a fenomenal panorâmica da costa oeste, com especial relevância na ondulação provocada pelo "canhão da Nazaré". Destaque ainda para as características ímpares da vila da Nazaré, nomeadamente em tudo o que se relacione com a faina do mar e respetivos usos e costumes;
- Considerei este percurso de dificuldade técnica fácil pois o trajeto é acessível a qualquer pessoa, de qualquer idade. Apenas há que adequar a distância a percorrer;
- Um excelente percurso para ser realizado na primavera, verão ou outono, em família, com crianças ou com amigos, pois é muito relaxante, descontraído, sem grande exigência física (a distância pode sempre ser encurtada) e com todo o apoio que uma cidade oferece. Apenas não é aconselhável no inverno, ou mesmo em dias de chuva e vento, pois o vento frio junto ao mar não será de todo uma boa companhia e o terreno torna-se excessivamente lamacento e muito escorregadio.

NOTA: por se tratar de um trilho linear, o ideal será deixar ficar um carro no final e seguir noutro para o ponto inicial (se existirem dois veículos). Caso prefira, pode sempre voltar pelo mesmo caminho (duplica a distância percorrida).


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NAZARÉ
A Nazaré é uma vila portuguesa, do distrito de Leiria, sede do concelho homónimo com cerca de 10 300 habitantes. Situada na província da Estremadura integrando a Comunidade Intermunicipal do Oeste na região do Centro. O actual espaço urbano da vila aglutina três antigos povoados, Pederneira, Sítio da Nazaré e Praia da Nazaré e novos bairros da segunda metade do século XX, como a Urbisol ou o Rio Novo, surgidos em consequência da expansão natural dos três núcleos primitivos. O município, e a freguesia designaram-se Pederneira até 1912, ano em que, por lei, o topónimo foi alterado para Nazaré . O antigo concelho da Pederneira teve foral, em 1514, dado por D. Manuel I, e esteve integrado nos coutos de Alcobaça. A Pederneira, actualmente um dos bairros da vila da Nazaré, mantém ainda o edifício dos antigos Paços do Concelho, o pelourinho, a igreja Matriz de nossa Senhora das Areias e a igreja da Misericórdia, como testemunhos da sua antiga condição de vila sede de concelho. O topónimo Nazaré está intrinsecamente ligado à Lenda de Nossa Senhora da Nazaré. Ao longo do século XX, a Nazaré evoluiu progressivamente de uma vila piscatória para uma vila dedicada ao turismo, tendo sido um dos primeiros pontos de interesse turístico internacional em Portugal. A indústria do turismo é hoje um dos principais empregadoras da vila. Faz parte da tradição nazarena o uso de sete saias pelas suas mulheres. A explicação não é consensual, mas está intimamente ligada à faina: as nazarenas tinham o hábito de esperar os maridos e filhos, da volta da pesca, na praia, sentadas no areal, passando aí horas em vigília. Usavam as várias saias para se cobrirem, as de cima para proteger a cabeça e ombros da maresia e as restantes para tapar as pernas. As sete saias das mulheres e a camisa de flanela e barrete preto dos homens atraíram, durante os anos 50 e 60, do século passado, nomes como Lino António, Jorge Barradas, Stanley Kubrick ou Cartier-Bresson, que documentaram, em pintura e fotografia, o dia-a-dia do povo nazareno. É hoje impossível falar da Nazaré sem referir o recorde mundial da maior onda já surfada, de 30 metros, estabelecido por Garrett McNamara, na Praia do Norte, em Novembro de 2011. Devido à projeção mundial que têm as ondas gigantes da Nazaré, a vila tornou-se na anfitriã dos maiores campeonatos internacionais de surf e recebe muitos desportistas dessa modalidade, assim como milhares de curiosos e de turistas que vêm apreciar as suas corajosas demonstrações.


CANHÃO DA NAZARÉ: gerador de ondas gigantes
O canhão da Nazaré é o grande responsável pela geração das ondas grandes da Nazaré, em combinação com uma série de outros elementos da natureza por vezes de forma favorável, como as grandes ondulções do oceano Atlântico, a junção de duas direções de onda, as marés, o vento, as correntes e os fundos. O canhão da Nazaré é um dos maiores canhões submarinos da Europa, é um buraco gigante no fundo do mar! São 227Km de extensão e 5000m de profundidade máxima, por entre vertentes íngremes. A sua origem ainda está envolta em mistério, pois encontra-se numa zona geológica complexa. No entanto, considera-se estar relacionada com a falha da Nazaré, uma fratura da crosta onde existem movimentos que podem causar sismos. A zona envolvente à Nazaré sempre foi uma zona temida pelos antigos pescadores. Contam-se vários naufrágios e até um submarino alemão da 2ª guerra mundial jaz naquelas águas. A causa desta área instável está bem no fundo do oceano. Mesmo em frente à praia da Nazaré, muitas vezes serena e convidativa de um mergulho, existe um gigante adormecido! Não o vamos acordar, ou então seremos castigados com ondas de 30 metros! Com a sua topografia traiçoeira este gigante vale submarino vai mudar a direção e velocidade das ondas de alto mar que ali chegam. A saída destas ondas do canhão também não é serena.
- Como a Natureza fabrica a onda gigante na Nazaré?
Há muito se sabe que algo é diferente na Praia do Norte.Em dias especiais, com a combinação de vários elementos da Natureza, como se de uma conspiração se tratasse, a magia acontece! A presença do canhão cria condições especiais para a formação de ondas grandes.Ele vai separar a onda em duas, aumentar a velocidade da onda que percorre o canhão e fazê - las reencontrar - se novamente!A corrente que vem da praia, em sentido oposto, também vai acrescentar mais alguns metros. Para nascer a onda gigante é importante juntar mais alguns ingredientes à receita!Essas condições são relativas ao período da onda(igual ou superior a 14segundos), ao vento (idealmente fraco) e a direcção da onda(idealmente de W / NW). Outro fator muito importante é a ocorrência de tempestades no Atlântico Norte, no Outono/ Inverno, que trazem uma ondulação considerável até ao canhão. Com todo este trajeto conturbado, uma “inocente onda” do Atlântico, com destino à Nazaré, pode ver a sua altura triplicar!


PRAIA DO SALGADO
Protegida pela Serra da Pescaria (a norte) e pela Serra dos Mangues (a sul), localiza-se na freguesia de Famalicão a Praia do Salgado, um destino muito procurado por quem gosta de tranquilidade. Devido às suas condições naturais, é, igualmente, um destino muito procurado por praticantes de desportos de aventura, como a Asa Delta ou o Parapente. Afastada do centro da vila, o principal acesso à Praia do Salgado faz-se de carro, havendo, muito próximo do areal, um pequeno parque de estacionamento público, gratuito. A qualidade da água balnear da Praia do Salgado já obteve diversas distinções “Qualidade de Ouro”, certificado atribuído pela Associação Ambientalista Quercus, cujo objectivo é realçar as praias que, ao longo de vários anos (cinco, neste caso), apresentam sistematicamente uma água balnear de boa qualidade ou qualidade excelente (tendo em conta a classificação da legislação em vigor), e que, nesse sentido, oferecem uma maior fiabilidade no que respeita à qualidade da água. Apesar de muito procurada, é uma praia sem concessionário, pelo que a vigilância de banhistas e utilizadores é, praticamente inexistente.
Beach

Praia do Norte

Situada a norte do imponente Promontório da Nazaré, mais conhecido por "Sítio", a Praia do Norte não tem vigilância e possui um ambiente agreste e um pouco selvagem, com dunas que preservam a vegetação original. O mar, bravo e perigoso para nadar ou tomar banho, é muito apreciado pelos surfistas que aqui encontram ondas espetaculares. Uma dessas ondas, com cerca de 30 metros de altura, surfada pelo havaiano Garrett McNamara em novembro de 2011, foi galardoada com o prémio de "Maior onda de 2011" no âmbito dos Billabong XXL Global Big Wave Awards. A explicação para a formação destas ondas neste local está na localização do canhão da Nazaré, o maior desfiladeiro submerso da Europa com uma extensão de 200 quilómetros e que chega a atingir os 5000 metros de profundidade. A sua cabeceira, que se encontra a menos de um quilómetro da costa, afeta as características da ondulação quando ela apresenta com uma incidência de oeste dando origem às enormes vagas.
Waypoint

'Panela' da Praia do Norte

De Norte para Sul, as areias de praia formam uma estreita faixa litoral, mais ou menos contínua, com pequenas interrupções na escarpa entre a Pedra do Guilhim e a Nazaré. Esta faixa de areal, que tem uma largura média, entre a maré baixa e a maré alta, de cerca de 100 m, está dividida em sectores de Norte para Sul. Estes sectores são designados, respectivamente, por pedras, praia e foz. Relativamente ao primeiro, este encontra-se junto da base do promontório, tendo este nome devido à existência de numerosos blocos rochosos resultantes de contínuos desabamentos daquele, ao longo dos tempos. Estas rochas apresentam formas e aspectos característicos e a gente da praia baptiza-os, como acontece com a "Panela", conjunto rochoso que, pelo seu aspecto, lembra o utensílio assim designado.
Monument

Forte de São Miguel Arcanjo

O Forte de S. Miguel Arcanjo está afeto ao município desde 2017 e, aberto ao público todo o ano, desde 2015, já recebeu mais de 650 000 visitantes. Com uma localização privilegiada, o forte é um monumento que se tornou no principal posto de observação das ondas grandes na Praia do Norte, que tornaram a Nazaré numa referência do surf mundial. Com uma forte componente história e científica associada, o forte consagra o Centro Interpretativo do Canhão da Nazaré, a Surfer Wall e várias conteúdos expositivos periódicos. Mandado construir em 1577 pelo Rei S. Sebastião, que determinou erguer uma fortificação para defesa do povoado piscatório, o forte começou a sofrer remodelações e ampliação em 1644, a mando de D. João IV, data que assinala o ano da sua construção. Na fachada, em cima do portal da entrada, D. João IV mandou colocar uma imagem em pedra calcária de São Miguel Arcanjo, com a legenda “ELREY DOM JUAN-1644”. Mais tarde, o forte sobreviveu às invasões francesas, fez parte da história das lutas liberais e sofreu atos de vandalismo por parte dos liberais, que atacaram a imagem de pedra de S. Miguel, ainda hoje desfigurada. Em 1903, já sem função militar, o forte sofreu obras para a instalação de um farol, depois dos pescadores passarem ao governo a necessidade de instalar um farolim e uma casa para o faroleiro, para apoio das atividades piscatórias. E é a 1 de Dezembro de 1903 que começa a funcionar a luz de porto no Forte de S. Miguel Arcanjo.
Panorama

Miradouro do Sítio e Capela da Memória

SÍTIO DA NAZARÉ - Foi aqui que se formou a Lenda da Nazaré e de D. Fuas Roupinho que estão na origem da formação da própria vila da Nazaré. É também por isso que no Sítio da Nazaré se localizam a maioria das grandes atracções patrimoniais da Nazaré, a começar desde logo pelo Santuário de Nossa Senhora da Nazaré e pela Capela da Memória, ambos também com ligações à Lenda e a D. Fuas Roupinho. Como se não bastasse o Sítio da Nazaré é também um local excepcional pela vista que o Miradouro do Suberco proporciona sobre a Praia da Nazaré, praia a que podes aceder pelo Ascensor ou pela Ladeira. CAPELA DA MEMÓRIA - Construída no século XIV, sobre a lendária gruta da Nazaré, a Capela da Memória, tal como o Santuário de Nossa Senhora da Nazaré, está ligada à Lenda da Nazaré e ao incontornável D. Fuas Roupinho. A cobertura da abóbada da Capela da Memória é de resto revestida com azulejos figurativos alusivos a D. Fuas Roupinho que não podes deixar de contemplar. A sua ligação à Lenda da Nazaré fazem da Capela da Memória um dos locais mais visitados não apenas pelos peregrinos mas também por turistas e curiosos, sendo a visita ao local obrigatória.
Waypoint

Ascensor da Nazaré

Inaugurado em 1889, o Ascensor da Nazaré é um funicular e um excelente exemplar da arquitectura de transportes. Acresce a isso o facto do Ascensor da Nazaré ter sido concebido pelo Eng. Raul Mesnier du Ponsard, discípulo do famoso engenheiro francês Gustave Eiffel, e responsável, entre outros, pelo Elevador da Glória em Lisboa. O objectivo da construção do Ascensor da Nazaré (também conhecido por Elevador da Nazaré) foi permitir um mais fácil acesso ao Santuário de Nossa Senhora da Nazaré, localizado no alto da colina, no Sítio da Nazaré, local de romaria ao longo dos anos.
Beach

Praia da Nazaré

A Praia da Nazaré é de ocupação humana relativamente recente. As primeiras referências sobre a pesca na Nazaré datam de 1643, no entanto, só no início de oitocentos a população se começou a fixar no areal. Os pescadores locais habitavam, sobretudo, nas partes altas – Sítio e Pederneira – dado que os constantes ataques dos piratas argelinos e holandeses tornavam o areal pouco seguro. Só no séc. XIX, posteriormente às invasões francesas, é que se reuniram condições de segurança necessárias à fixação dos pescadores junto à praia. Na década de 60, o Turismo descobriu o encanto desta vila e a Nazaré começou a ser conhecida internacionalmente. Visitada anualmente por milhares de turistas nacionais e estrangeiros, a Nazaré é hoje uma vila moderna e sempre animada. Percorrer as suas ruas estreitas e perpendiculares ao mar, é descobrir um modo de vida peculiar e autêntico, onde as surpresas espreitam a cada esquina. Beleza, memórias, charme e tradições fazem da Nazaré a mais inesquecível das praias portuguesas.
Monument

Mercado da Nazaré

Quem visita a Nazaré não pode deixar de conhecer o seu Mercado Municipal. A qualidade do peixe fresco na Nazaré está bem patente, mal nasce o dia, nas bancas do mercado desta zona piscatória, onde ainda há quem apregoe os seus produtos com a alegria e cor de outros tempos. Encontre o peixe mais fresco, vindo daquele imenso mar que nos rodeia… Tudo o que encontra aqui, tem uma elevada qualidade e frescura… E as varinas Nazarenas com as suas sete saias, dão um ar mais típico e agradável ao mercado.
Waypoint

Venda de peixe seco ao sol

O Peixe Seco da Nazaré é de origem pouco conhecida, mas este é um dos bilhetes postais que a vila apresenta a quem a visita. As vendedoras expostas em linha, praia fora, mostram a quem passa a importância de uma arte que o tempo vai preservando. Aquela que seria uma maneira de conservar o peixe, para que nos dias em que a pesca não se traduzia em sorte para a família, houvesse comida ou algo para vender nos mercados, chega aos dias de hoje como uma tradição. Do sustento a marco turístico, o tempo, esse actor que não deixa o palco, evidencia as dificuldades de um povo que vivia da pesca e daquilo que o mar dava. Assim como é usual ouvirmos os chavões nazarenos do “Zimmers, Rooms, Chambres, Quartos”, assim que pomos os pés fora do autocarro também a tradição do peixe seco lá continua. Na Nazaré as espécies que mais usadas são para a secagem são o carapau, os batuques, a sardinha, a petinga, o cação, e o polvo, devido à sua abundância. Estendidos no estandarte, uma espécie de rede, virada para sul onde o peixe é colocado a secar, os nazarenos utilizam duas técnicas para o fazer (seca do peixe): o peixe seco e o enjoado, com características de preparação e de consumo diferentes. Primeiro é “amanhado”, onde se tiram as tripas do peixe, depois é lavado e passado por uma salmoura feita com água e sal grosso. Depois de ultrapassado este processo, o peixe é aberto ou escalado, estendido nos paneiros e posto ao sol. A secagem pode durar entre 2 a 3 dias, dependendo (como dizem os entendidos) das condições atmosféricas. Esta tradição com muitos admiradores nazarenos, não é uma práctica usual noutras regiões o que torna muito difícil a sua venda para os turistas, que muito timidamente lá levam um saco pela mão para depois provarem a iguaria. De acordo com a técnica usada para a secagem do peixe, também a sua forma de comer varia. O peixe seco pode ser comido cru e desfiado, ou cozido e regado com azeite, vinagre ou sumo de limão e alho picado. Enquanto o “enjoado” é geralmente grelhado. De forma a poder manter, partilhar e”cultivar” a tradição da secagem do peixe, a Câmara Municipal da Nazaré irá lançar o Museu do Peixe Seco da Nazaré ainda em 2017. Outro projecto que irá ter desenvolvimento será a certificação do produto.
Waypoint

Clube Naval da Nazaré (doca seca)

Religious site

Igreja de São Gião

A cinco quilómetros a sul de Nazaré, a Igreja de São Gião é a verdadeira jóia que Portugal possui devido ao seu testemunho arquitetónico atendendo à sua extrema antiguidade. Constitui um inestimável exemplar arquitetónico e arqueológico, transformando-o num dos mais antigos edifícios de rito cristão antigo existente em Portugal, mesmo na Península Ibérica. A antiguidade é tão extrema que se perde na atribuição da sua verdadeira cronologia. Leva-nos a uma primeira versão de que remonta à época visigótica, pertencente ao século VII, e uma segunda versão, considerada a mais consensual, que pertence à época asturiana referente ao século X. Localizado a quinhentos metros da praia, num terreno pertencente a uma Quinta de São Gião, passa despercebido pelo seu aspeto bastante rústico. Este templo de pequenas dimensões apresenta uma planta retangular sem janelas e uma portada que era encimada por uma tribuna em madeira. O teto também é forrado em madeira com o vigamento à vista. Devido à antiguidade e à sua localização, o templo está a ser supostamente seguro e protegido por andaimes e por folhas de zinco para melhor proteção e conservação desta relíquia.
Waypoint

Casa de férias

Antigas instalações da Guarda Fiscal, atualmente convertidas numa casa de férias (privada)
Waypoint

Encosta do Salgado

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